Taxa de partos no HPA cresce 2,5% pós-pandemia

A Maternidade do Hospital Padre Albino registrou leve aumento no número de partos normais e cesarianas realizados entre janeiro a junho deste ano, na comparação do mesmo período de 2021, em plena pandemia da Covid-19. Só neste ano foram 1.010 partos, 26 a mais no mesmo período do ano passado, que foram 984 partos, resultando num crescimento de 2,5%. Porém, em 2020, início da pandemia da Covid-19, houve queda de 2,6% no número de partos normais e cesáreas em comparação a 2019. Somando-se o total do ano passado foram 1.919 nascidos vivos na Maternidade do HPA; destes 20 nascimentos gemelares (quando ocorre nascimento múltiplo da mesma mãe), sendo 802 partos normais até o fim de junho.

Colaborando para redução de partos cirúrgicos desnecessários, a Maternidade do Hospital Padre Albino tem se preocupado em garantir o bem-estar materno-fetal com ações de melhorias no seguimento materno-infantil, dentre elas o parto humanizado. O acolhimento da mulher com uso de métodos não farmacológicos de alívio da dor (banho terapêutico, deambulação, massagem, movimento, respiração e a livre escolha de posição) e no pós-parto com o contato pele-a-pele logo após o nascimento, além do incentivo da amamentação na primeira hora de vida, bem como a presença do acompanhante de livre escolha durante toda a permanência da mulher no hospital são fatores importantes na opção do parto normal.

Para a enfermeira e coordenadora da Maternidade e Unidade de Cuidados Intermediários Neonatal do HPA, Aline de Poli, a humanização no trabalho de parto/parto e pós-parto através da adoção de boas práticas contribuem para a escolha. “Contamos com equipe multidisciplinar (médicos obstetras, pediatras, enfermeiros, nutricionista e psicóloga) especializada para melhor atender as mulheres durante todo esse processo”. Alinhadas às expectativas da gestante e seu amparo emocional, Aline explica que “a função é preparar as gestantes para viverem uma experiência de parto positiva, elaborando com ela um plano de parto”.

Crescimento

Em comparação de janeiro a junho do ano passado, 78% dos nascimentos foram pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

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