Michel Temer, O Breve, pode não resistir à pressão internacional.

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O governo interino de Michel Temer (PMDB) pode estar com os dias contatos, haja vista o isolamento de seu golpe nas arenas internas e externas.

Internamente, os protestos contra o vice aumentam na mesma proporção em que se passam as horas. No domingo (15) à noite, por exemplo, houve panelaço, vomitaço e apitaço durante uma entrevista do interino na TV Globo.

Países sul-americanos, de forma uníssona, vêm se manifestando através de seus organismos — como UNASUL, MERCOSUL e OEA — porque temem que o golpe jurídico seja adotado como modus operandi contra as democracias na região.

Some-se a isso, a Europa também vai ampliando seu conhecimento sobre o atentado contra o Estado Democrático de Direito no Brasil. Amanhã, em Lisboa, o Eurolat — parlamentos europeu e latino — também devem se manifestar.

Para complicar ainda mais a situação do governo golpista de Temer, países como China e Rússia ensaiam não o reconhecer.

O Uruguai se somou a Venezuela, Equador, Nicarágua, Bolívia — da Alba — no repúdio ao golpe de Estado que destituiu a presidente eleita Dilma Rousseff.

Paralelamente, não há quem com certa sustância política reconheça o golpismo do vice que tomou de assalto o poder na semana passada.

A situação é dramática para Temer e seus golpistas.

A questão é: quanto tempo demorará para ele cair? Portanto, Temer tem tudo para ficar conhecido na História como “O Breve

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