Docente e alunos da Medicina UNIFIPA participam de projeto humanitário em aldeia indígena em Dourados-MS

Numa parceria do Centro Universitário Padre Albino/UNIFIPA com a Univida, o Prof. Dr. Renato Rissi e alunos do curso de Medicina participaram, na cidade de Dourados/MS, em reserva indígena com aproximadamente 18 mil habitantes das tribos Kaiowá, Guarani e Terena, do 11º encontro do projeto daquela associação.

A Associação Humanitária Universitários em Defesa da Vida – UNIVIDA nasceu em 2012, fundada pelo padre Eduardo Lima, da Paróquia Santo Expedito, de Fernandópolis, que disponibilizou 11 vagas para os alunos do segundo ao quarto ano do curso de Medicina, selecionados através de processo seletivo. Nas tribos os voluntários realizam atendimentos humanitários, interação com os indígenas e as crianças, doação de roupas, alimentos, medicamentos e atendimentos de saúde. Na pandemia, as missões foram suspensas e as atividades retornaram com a exigência da vacinação e testes negativos para COVID-19 dos missionários participantes.

O Prof. Rissi e os alunos promoveram uma ação entre eles que arrecadou roupas, alimentos, brinquedos e medicamentos que, circunstancialmente, suprimiram as necessidades mais urgentes da população da Reserva Indígena de Dourados, aldeias vizinhas e assentamentos. Neste encontro eles se juntaram com vários voluntários, entre eles, médicos, enfermeiros, dentistas, nutricionistas, psicólogos e universitários.

A Univida

Desde que foi ordenado, Padre Eduardo vem desenvolvendo ações junto à juventude, especialmente universitários, que são convidados para, voluntariamente, prestarem serviço aos menos favorecidos em risco social.

Por meio dos universitários, a Univida transforma a vida de populações em vulnerabilidade social. Promove ações de saúde e de melhoria da qualidade de vida para os indígenas da Reserva de Dourados/MS, para as populações indígenas da Amazônia e em regiões urbanas periféricas, por meio do trabalho voluntário de jovens universitários, na intenção de sensibilizá-los socialmente, humanizá-los para sua prática profissional e levar atendimentos humanitários a populações esquecidas.

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